Os livros mencionados até aqui, a partir de agosto de 2009, período de 104 dias, são importantes para mim.
Esclareço os motivos ao longo dos comentários e seleção de parágrafos.
Todos os autores são queridos, alguns importantes e de renome internacional.
Entre os livros menos conhecidos está o meu próprio, visto que foi vendido para um público específico no Brasil, segmento empresarial e acadêmico.
O fato é que cada um dos livros está em mim! Enquanto eu leio um livro, faço um diálogo silencioso com o (a) autor (a). Eu converso com o / a autor/a. Transporto-me para o lado do/a autor/a.
Há um eco dentro de mim e eu passo a querer reelaborar meu conhecimento e interpretação de mundo a partir da visão do autor (a).
Nos autores selecionados, alguém ou um fato importante nos reflete em algo, em alguma experiência, em algum desejo, em algum espanto, em alguma fase de nossas vidas, em um aprendizado.
Tecnicamente, em redação criativa, diz-se que "o (a) leitor (a) conversa com o (a) escritor(a)".
Maria Lucia Zulzke, em 02 de dezembro de 2009, às 14:35 hs, em S.Paulo - SP - Brasil
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Gerenciando na velocidade da mudança - Daryl R. Conner - IBPI Press
Este livro é usado nos meios empresariais, por executivos, gerentes, consultores etc. Eu tenho um exemplar há um bom tempo - edição de 1995. Eu usava os ensinamentos do livro em cursos, seminários e aulas. Inclusive, também, para tentar entender o que eu sentia frente a mudanças muito grandes, assustadoras, doloridas e drásticas na vida pessoal.
Continuo respeitando o autor mas, desde 1995, eu coletei informações e observações sobre mudanças e concluí que a maior parte das pessoas resiste às mudanças.
E queremos mudar o que não está bom.... é difícil e não gostamos de mudar quando estamos felizes e vivendo bem.
Profissionais, há décadas, fazem o mesmo programa na mídia, são apresentadores do mesmo canal e do mesmo estilo de trabalho, estão encantando várias gerações de uma mesma família, eles iriam querer mudar? querer pendurar as chuteiras e ir para casa fazer crochê ou arrastar chinelo sem motivações?
E, nós, telespectadores, adoramos apresentadores, os jornalistas, quando eles nos são simpáticos - gostamos da voz, da forma com que comentam, das suas pausas, que às vezes confundimos e pensamos que nos são íntimos.
Muitos são os mesmos, desde a década de 80, na nossa televisão! E queremos que continuem!
Quando estamos bem, num bom ambiente, queremos mudar? A não ser que seja para manter tudo isso e conquistar algo mais.
Mas quem está trabalhando, no mercado, precisa ficar atento e mudar com velocidade, como diz o autor, pois a concorrência, a competição e a busca do lucro faz com que os executivos não se coloquem limites.
Curioso é por qual razão insistem para que mudemos nosso estilo pessoal, se não diz respeito a essa pessoa ou, não convivemos com a pessoa em questão. Por qual razão pessoas controlam e pressionam outras ?
O autor explica a relação humana com a mudança, as quebras das expectativas, os relacionamentos destrutivos, as fases da resistência às mudanças. É um excelente conteúdo profissional e pessoal, basta fazer a ponte dos conceitos.
pg 53 - "as estruturas que desconhecemos nos mantém prisioneiros" - do livro Fifth Discipline, de Peter Senge, - "somente compreendendo como se relacionam certas variáveis de nossas vidas e como elas influenciam nosso comportamento durante uma transição é que atingiremos, um dia, nossa velocidade ideal de mudança."
pg 178 - Previna-se e evite uma situação ganha-perde, é ruim quando acontece, os conflitos aumentam.
- Adiar julgamentos negativos
- Demonstrar empatia, compreensão para com os outros
- Valorizar a diversidade
- Integrar, favorecer a sinergia, tolerar a ambiguidade
Todo ser humano tem interesse pelo conforto e, ser maleável pode ser um problema. Patrocinadores, agentes querem determinar todas as respostas num mundo incoerente.
A mente é capaz de processar dados rapidamente, as máquinas são ágeis, mas isso não acontece com nossas preferências pessoais e nem nossas emoções.
A psique humana é muito complexa e seria arrogância subestimar os impactos emocionais de mudanças profundas, perdas pessoais, ainda que intelectualmente estejamos preparados para as mudanças.
Maria Lucia Zulzke, em 30 de novembro de 2009, às 8:10 am, em S.Paulo - SP- Brasil
Continuo respeitando o autor mas, desde 1995, eu coletei informações e observações sobre mudanças e concluí que a maior parte das pessoas resiste às mudanças.
E queremos mudar o que não está bom.... é difícil e não gostamos de mudar quando estamos felizes e vivendo bem.
Profissionais, há décadas, fazem o mesmo programa na mídia, são apresentadores do mesmo canal e do mesmo estilo de trabalho, estão encantando várias gerações de uma mesma família, eles iriam querer mudar? querer pendurar as chuteiras e ir para casa fazer crochê ou arrastar chinelo sem motivações?
E, nós, telespectadores, adoramos apresentadores, os jornalistas, quando eles nos são simpáticos - gostamos da voz, da forma com que comentam, das suas pausas, que às vezes confundimos e pensamos que nos são íntimos.
Muitos são os mesmos, desde a década de 80, na nossa televisão! E queremos que continuem!
Quando estamos bem, num bom ambiente, queremos mudar? A não ser que seja para manter tudo isso e conquistar algo mais.
Mas quem está trabalhando, no mercado, precisa ficar atento e mudar com velocidade, como diz o autor, pois a concorrência, a competição e a busca do lucro faz com que os executivos não se coloquem limites.
Curioso é por qual razão insistem para que mudemos nosso estilo pessoal, se não diz respeito a essa pessoa ou, não convivemos com a pessoa em questão. Por qual razão pessoas controlam e pressionam outras ?
O autor explica a relação humana com a mudança, as quebras das expectativas, os relacionamentos destrutivos, as fases da resistência às mudanças. É um excelente conteúdo profissional e pessoal, basta fazer a ponte dos conceitos.
pg 53 - "as estruturas que desconhecemos nos mantém prisioneiros" - do livro Fifth Discipline, de Peter Senge, - "somente compreendendo como se relacionam certas variáveis de nossas vidas e como elas influenciam nosso comportamento durante uma transição é que atingiremos, um dia, nossa velocidade ideal de mudança."
pg 178 - Previna-se e evite uma situação ganha-perde, é ruim quando acontece, os conflitos aumentam.
- Adiar julgamentos negativos
- Demonstrar empatia, compreensão para com os outros
- Valorizar a diversidade
- Integrar, favorecer a sinergia, tolerar a ambiguidade
Todo ser humano tem interesse pelo conforto e, ser maleável pode ser um problema. Patrocinadores, agentes querem determinar todas as respostas num mundo incoerente.
A mente é capaz de processar dados rapidamente, as máquinas são ágeis, mas isso não acontece com nossas preferências pessoais e nem nossas emoções.
A psique humana é muito complexa e seria arrogância subestimar os impactos emocionais de mudanças profundas, perdas pessoais, ainda que intelectualmente estejamos preparados para as mudanças.
Maria Lucia Zulzke, em 30 de novembro de 2009, às 8:10 am, em S.Paulo - SP- Brasil
domingo, 29 de novembro de 2009
Receitas Preferidas de Maria Lucia Zulzke

uma das receitas que faço brincando - receita bem antiga - com amendoim
alô! foto quando visitei o centro de atendimento da General Electric
USA - década de 90
Como usar esse material que preparei? Receitas Preferidas de culinária, simples, gostosas e nada excepcionais.
Como eu não sou culinarista, não sou cozinheira de profissão e nem foi meu objetivo entrar nesse ramo ou mercado, depois de selecionar as receitas e informações, aqui, nesse material.... não sei o que fazer agora. Ficarão restritas ao nosso uso doméstico.
Meses atrás, comecei a digitar as receitas que eu mais gostava e fazia em casa. Simples, caseiras, rápidas e que agradavam meu paladar e de minhas filhas. Nutritivas, saudáveis.
Depois que minhas filhas cresceram e ficaram independentes perguntavam como cozinhar uma coisa ou outra e... assim, as receitas precisavam ser organizadas. Foi o que fiz.
Pela primeira vez na vida, sobrava tempo nos meus dias e passei a organizar um livro de receitas de culinária e passei a explicar sobre higiene na cozinha, alertar contra os "vilões" da cozinha.
Não há nada de mais nessas receitas mas evidencia a família simples em que fui criada, família operativa, pais trabalhadores, mãe rigorosíssima, estudos intensivos e... uma culinária básica brasileira com alguns pratos de sabor mais requintado. Fazer o "bolinho de chuva" com tanta simplicidade e dar certo agrada qualquer criança! Preparar o risoto com gim e ervas para Natal é receber elogios na certa! Dicas do programa Mais Você, da Ana Maria Braga...
Com tanto tempo livre que acabei tendo a partir de 2006, sem tantas consultorias, com as filhas distantes, sem ambições pessoais ou patrimoniais, com poucos lugares no mundo a pulsar de saudades, organizar um pouco da cultura culinária da minha casa no século 20 ajudou a ocupar bem meus dias ociosos.
As ilustrações e diagramação foram feitas pela Milena Zulzke Galli, minha filha mais velha, site www.milenagalli.com, onde podem ser vistos seus trabalhos mais significativos como designer.
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Com bem mais de 50 anos, eu me dei conta que nunca havia parado dentro de casa por mais do que o período de férias ...
Maria Lucia Zulzke, em 29 de novembro de 2009, às 13:00 hs em S.Paulo, S.P - Brasil
sábado, 28 de novembro de 2009
Histórias para Aquecer o Coração das Mães - Sextante Editora
Este livro, como dizem os autores, deve ser lido aos poucos, degustado como um vinho da melhor qualidade.
Em pequenos goles, as histórias de mães e filhos, alimentam os corações de modo diferente.
Cada história apresenta um significado especial e, se não percebemos nos momentos em que a vida está muito acelerada de trabalho, preocupações, cuidados, ambiguidades, atropelos, dúvidas, aliás rotina para quem diretamente cuidou dos filhos, acompanhou, levou para escola, médico, orientou, um dia o quebra-cabeças parece se encaixar e uma bela paisagem, um belo quadro se manifesta.
A vida de um filho ou de uma filha é delicada como um botão, como o desabrochar da flor, como o desenvolver dos frutos, como floradas formando um todo.
Maria Lucia Zulzke, em 28 de novembro de 2009, em S.Paulo - SP - Brasil, às 7:35 am
Histórias para Aquecer o Coração das Mães - Sextante Editora
Pequena, gostava de ler livros infantis, muitos, e ver revistas. Pedia-me que lesse para ela antes de dormir. Agora, escreveu seu primeiro livro infantil sobre preservação de florestas e alguns conceitos de consciência ecológica, reciclagem, coleta seletiva etc da Editora Paulus - "Histórias que se escondem na floresta"
Quando, em 2003, no Dia das Mães, em 12 de Maio, eu ganhei esse belo livro "Histórias que aquecem o coração das mães", coordenado por Jack Canfield, Mark Victor Hansen, Jennifer Read Hawthorne e Marci Shimoff, de minha filha, Fernanda, com uma dedicatória, para que eu lesse quando precisasse de palavras acolhedoras e doces, quando precisasse de histórias para aquecer meu coração, jamais eu poderia imaginar que voltaria ao livro no dia 28 de Novembro de 2009.
Neste dia, sábado, é ela, minha filha caçula, Fernanda Zulzke Galli, que aquece meu coração com sua história, ao lançar seu pequeno e primeiro livro para crianças.
Espero que ela persista como professora infantil, continue compartilhando ternura com seus alunos e leitores, bons ensinamentos.
Maria Lucia Zulzke, em S.Paulo - SP - Brasil, em 28 de novembro de 2009, às 7:35am
Maria Lucia Zulzke, em S.Paulo - SP - Brasil, em 28 de novembro de 2009, às 7:35am
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